As almas dos que já morreram podem continuar a se relacionar, a participar e a saber das coisas que se passam em nosso mundo? Primeira parte, questão 89, artigo 8, parte 3 de 3. 1. De volta. A morte não... Continue lendo →
1. Retomando. As almas dos mortos não têm nenhuma capacidade natural de provocar fenômenos em nosso mundo; sobreviver é, de fato, uma capacidade natural dessas almas. Mas continuar a se relacionar aqui não é. Assim, dos muitos fenômenos que são... Continue lendo →
1. Retomando. Certamente, nossa alma separada já não pode aprender, porque já não pode experimentar. Já não pode aprender aquilo que é próprio deste mundo material, da história, do universo; mas certamente terá muito o que descobrir daquele mundo espiritual... Continue lendo →
1. Retomando. Há conhecimentos intelectuais, em nós, que não chegam a envolver imagens. É o caso, como vimos no último texto, de certos conhecimentos matemáticos muito abstratos, como a possibilidade de calcular figuras geométricas com mais do que três dimensões.... Continue lendo →
1. Voltando para finalizar. A misericórdia de Deus nos abraçará na morte. Essa é a nossa sobrevivência. Será uma bênção, se estivermos reconciliados com ele, e na medida dessa reconciliação. Mas será uma dor, ao mesmo tempo, porque exporá e... Continue lendo →
1. Retomando. Terminamos o texto anterior com uma pergunta: afinal, a morte nos desliga de qualquer relação com este mundo natural? Esquecemo-nos dele completamente? Ou continuamos mergulhados nele, acompanhando seus acontecimentos, adquirindo novos e mais profundos conhecimentos sobre ele? Não... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. A autopercepção é a chave. Essa “consciência de si mesmo” que ultrapassa, inclusive, a questão da memória. A memória está no corpo, depositada como um tesouro de vivências. Mas esse tesouro se perde com a morte,... Continue lendo →
1. De volta. Sobreviver à morte significa sobreviver, de algum modo, à ruptura de todos os vínculos naturais, de todas as relações humanas. É fácil perceber isto; basta imaginar o seguinte: há algum modo de se relacionar com as outras... Continue lendo →
1. Introdução. Há dois pontos que precisamos estabelecer, aqui, muito claramente, porque Tomás é muito rigoroso quanto a isso: nossa alma não é uma pessoa; ela é a forma, a estrutura de um ente substancial que se caracteriza por ser... Continue lendo →