Nos textos anteriores, examinamos a hipótese controvertida de que há dois princípios para a realidade criada, o princípio bom e o princípio mau, ambos absolutos e igualmente fundamentais. Vimos os argumentos objetores neste sentido e o argumento sed contra, que... Continue lendo →
No texto anterior, vimos a hipótese controvertida deste artigo, de que haveria dois princípios de mesma hierarquia, igualmente fundamentais, o princípio do bem que é Deus, e um princípio do mal, contraposto a Deus e capaz de explicar a existência... Continue lendo →
Deus é bom. Mais do que isto; Deus é o próprio bem, como nos ensina a teoria dos chamados “transcendentais do ser”; sendo o próprio ser, ele é também o próprio bem. Mas no artigo anterior nós vimos que o... Continue lendo →
No texto anterior, concluímos com a descoberta de que, das quatro causas da filosofia clássica, duas não se aplicam ao mal: a causa final, já que é próprio do mal ser um desvio do fim, e a causa formal, já... Continue lendo →
Como surge o mal? Eis o que vamos descobrir nesta questão. Este primeiro artigo questiona a causa próxima do mal. De onde ele surge? Sendo o mal uma deficiência, como poderia ele vir do bem, que é uma perfeição? Mas... Continue lendo →
Vimos, no artigo anterior, que o mal está propriamente na vontade, que é o apetite da criatura inteligente. E vimos que o mal, em sentido próprio, classifica-se em 1) mal de pena, conforme atinja o sujeito em seus atos primeiros,... Continue lendo →
É preciso meditar profundamente sobre a razão pela qual São Tomás colocou o estudo sobre o mal aqui, nesta seção sobre a criação, especificamente sobre a obra dos seis dias. É que o mal é uma realidade eminentemente criatural. Não... Continue lendo →
Para compreender bem este artigo, precisamos lembrar mais uma vez da doutrina dos "transcendentais do ser", e a sua relação com os seres inteligentes. Por esta doutrina, a verdade nada mais é do que o ser na inteligência, e o... Continue lendo →