Retomando. Dizíamos, no final do outro texto, que a discussão aqui não era cultural nem jurídica, mas a busca de algo como a própria razão de ser da natureza humana: aquilo a que todos nós, por compartilharmos a mesma natureza,... Continue lendo →
Retomando. Nós, pessoas de hoje em dia, pensamos na nossa vontade como uma capacidade autônoma e incondicionada de tomar decisões; e quanto mais essas decisões forem tomadas sem ou fora das inclinações naturais, mais moralmente perfeitas elas seriam, para nós.... Continue lendo →
1. Voltando para encerrar. Dizíamos, no final do texto anterior, que as criaturas espirituais se movem no amor, e o amor pressupõe vontades livres. Mas é sempre bom lembrar que, se por um lado, o livre arbítrio é um pressuposto... Continue lendo →
1. Retomando. A semelhança entre as criaturas e Deus é a mais bela revelação natural de Deus. De fato, a constatação de que há algo em vez de nada é um belo sinal de que há Deus, ou seja, há... Continue lendo →
O debate que estamos colocando, aqui, diz respeito à natureza da liberdade naqueles que estão na glória, na presença de Deus. E vimos, na primeira parte deste texto, que a verdadeira liberdade consiste em alcançar o bem. Assim, somente Deus... Continue lendo →
No último texto, encerramos com o ensinamento de que aquilo que é natural numa criatura é sempre pressuposto em suas operações subsequentes. Assim, Tomá dá o exemplo dos humanos: em nós, a inteligência tem o conhecimento natural dos princípios da... Continue lendo →
Eis uma discussão interessantíssima: sobre o livre arbítrio dos anjos. E, como sempre, estudando o livre arbítrio deles, aprendemos mais sobre o nosso. É interessante lembrar que a noção de livre arbítrio não se confunde com a própria liberdade. A... Continue lendo →