Introdução. No último artigo, vimos que Tomás nos demonstrou que agir para uma finalidade é próprio do ser humano, no sentido de que os atos realmente humanos são aqueles que se dirigem de modo reflexivo e consciente para um fim... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. As virtudes morais são aqueles hábitos ou disposições que permitem às nossas potências realizar seu ato com facilidade e perfeição, como nos ensina Aristóteles no Livro 2 da Ética a Nicômaco, mais especialmente no capítulo 6... Continue lendo →
1. Introdução. O fim ninguém escolhe, diz um ditado antigo. Qual o fim do ser humano? Esta é uma pergunta que, para nós, hoje em dia, talvez desperte dois sentimentos: a melancolia de contemplar o “fim”, uma palavra que é... Continue lendo →
1. Introdução. Depois de todo o debate que ocorreu nesta questão 83, chega, enfim, aquela pergunta que nos interessa profundamente: o livre arbítrio, sendo uma potência, é algo diferente da própria vontade humana, ou será ele a própria vontade humana... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto passado, que o livre arbítrio envolve a capacidade intelectiva e a capacidade volitiva; quer dizer, a nossa capacidade de escolha é uma potência complexa, que envolve nossa inteligência e nossa vontade. Isto, como vimos ali,... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. No final do texto anterior, vimos que, a rigor, o livre arbítrio é um ato da vontade; consiste na escolha que a vontade faz entre duas coisas que nos inclinam; cada uma destas coisas se apresenta... Continue lendo →
1. Introdução. Segundo diz Aristóteles na Ética a Nicômaco, há, na alma humana, três tipos de coisas: paixões (ou seja, reações a estímulos exteriores, como a raiva, o amor de possuir, o temor, a reação de fuga, etc.), as potências... Continue lendo →
1. De volta ao assunto. Este tema, o tema do livre arbítrio, como já vimos, é um tema essencial: trata-se de descobrir o verdadeiro fundamento da liberdade humana, que é uma liberdade criatural; trata-se, pois, de uma liberdade na qual... Continue lendo →
1. Introdução. Livre arbítrio e liberdade não são sinônimos. Na verdade, a liberdade é a capacidade de atingir seu próprio fim, e o fim não é escolhido: é dado e reconhecido. Mas o livre arbítrio é a capacidade de eleger,... Continue lendo →