1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que a perspectiva, no paraíso, seria de uma vida infinitamente extensa, não marcada por doença ou morte, daqueles que nascessem ali, sem a marca do pecado original. Mas as portas da vida eterna, daquela... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, no artigo anterior, que se não tivéssemos sofrido os efeitos do pecado original, nossos primeiros pais teriam transmitido a seus filhos uma natureza ordenada, imaculada, coroada imediatamente com a graça santificante que traz a justificação, ou seja,... Continue lendo →
1. De volta. Deus não regateia a graça. Ela é de graça, como o nome diz. Mas pressupõe a natureza humana: pode ser rejeitada. Esta relação entre natureza e graça não é mágica: a graça pressupõe a natureza e a... Continue lendo →