1. Introdução. Existe, em nossos tempos, um certo “freudianismo popular” (uma extrapolação do pensamento de Sigmund Freud, famoso criador da psicoterapia), também ligado a interpretações de David Hume e outros iluministas, de que defendiam que as emoções e as paixões... Continue lendo →
1. Voltando. Vimos, no texto anterior, como este movimento da inclinação, de simples atração ou repulsa (chamado de inclinação concupiscível) ao bem ou mal diretamente presente, não explica todas as inclinações do apetite sensível. Cabe, neste momento, uma digressão. A... Continue lendo →
1. Introdução. A vida nunca parece tão simples como os livros. Não há filosofia que dê conta da complexidade do tecido da vida. De fato, parece simples, para nós, imaginar que a potência apetitiva sensorial, ou sensualidade, consiste em receber... Continue lendo →
Vimos, portanto, que os anjos têm vontade, têm-na como uma faculdade distinta do próprio intelecto e da própria natureza, e que têm livre arbítrio. Nosso exame, agora, estende-se até os limites do modo pelo qual os anjos vivenciam sua vontade,... Continue lendo →