1. Introdução. Como já vimos, Tomás não faz leituras fundamentalistas e literais da Bíblia. Conhece profundamente as Escrituras, mas sabe que seus modos de falar devem ser muito cuidadosamente assimilados. Também assim com a questão da “costela do homem”. O... Continue lendo →
1. Retomando. Como vimos no texto anterior, o debate aqui envolve saber se as palavras, ou seja, a linguagem escolhida pelo primeiro relato da criação é adequada, não somente no sentido estilístico (simetria, elegância, coesão), mas também no sentido de... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, no texto anterior, a hipótese controvertida de que as finalidades, citadas na Bíblia, para a criação dos astros, seriam inadequadas. Vimos os cinco argumentos objetores, alguns até com um sabor bem contemporâneo para nós, e o... Continue lendo →
1. Palavras iniciais. A hipótese controvertida. Vimos, nos últimos textos, o esforço de Tomás para preservar a afirmação bíblica de que há água no firmamento. Agora, veremos que ele debate em que sentido as Escrituras ensinam que o firmamento separa... Continue lendo →