1. Introdução. No artigo anterior, vimos a natureza basicamente passiva do nosso intelecto: nascemos com a inteligência como “folhas em branco”, e é a inteligibilidade intrínseca nas coisas que imprimirá, em nós, aquilo que é o aperfeiçoamento de nossa inteligência.... Continue lendo →
1. Introdução. O ser humano foi definido, desde tempos antigos, como um animal racional. Mas, se a racionalidade é o traço específico do ser humano, de tal modo que determina mesmo sua humanidade, então não teríamos que dizer que a... Continue lendo →
1. Retomando. A correta relação entre o que somos e o que fazemos é um ponto crucial na reta antropologia. Por um lado, a nossa dignidade fundamental não vem do que fazemos, mas do que somos. Ninguém é menos digno... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Por que precisamos ser corporais? Qual a razão da existência desta dimensão material que nos constitui e nos insere no tempo e no espaço? De fato, somos corporais. E há uma razão para isto. Nossa alma... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Vimos, então, no último texto, que a experiência de inteligir, de aprender, é personalíssima, e indica que a minha mente, o meu pensamento, é algo meu, e não uma experiência estranha a mim. E vimos que... Continue lendo →
1. Introdução. Estudamos, na questão anterior, a alma em si mesma. Descobrimos que ela é forma, e portanto não é material. Descobrimos que ela tem a operação intelectual que é independente do corpo, e por isto é subsistente. Descobrimos que... Continue lendo →
1. Retomando o tema. Voltamos, então, para examinar os ensinamentos de Tomás a respeito das diferenças entre a alma humana, em comparação com os anjos. As suas respostas aos argumentos objetores iniciais vão nos enriquecer bastante nesta caminhada para aprofundar... Continue lendo →