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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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inteligência

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 2 de 5.

Retomando.  Vimos, então, que o debate aqui diz respeito a uma pretensa capacidade da mente humana de apreender, inteligir diretamente, as substâncias imateriais, como as ideias abstratas e universais, os anjos e o próprio Deus. A proposta, colocada como hipótese... Continue lendo →

Nossa inteligência pode conhecer os atos da nossa própria vontade? Primeira parte, questão 87, artigo 4, parte 1 de 2.

1. Introdução. Ter consciência de nossas vontades, exercer poder sobre elas, é a base para que possamos desenvolver virtudes. Se não somos capazes de conhecer reflexivamente nossas próprias vontades, então somos guiados pelos apetites, de modo cego; não somos responsáveis... Continue lendo →

Será que alguém pode conhecer intelectualmente uma coisa melhor do que outra pessoa? Primeira parte, questão 85, artigo 7, parte 2 de 3.

1. Retomando o debate. Os anjos são imateriais. Vale dizer, a única diferença que existe entre um anjo e outro é a própria capacidade da inteligência. Isto significa que tudo aquilo que um anjo tem para inteligir, e a profundidade... Continue lendo →

Podemos inteligir muitas coisas ao mesmo tempo? Primeira parte, questão 85, art. 4, parte 1 de 3.

1. Introdução. No artigo anterior, vimos o processo de intelecção, que vai do concreto ao universal pelo caminho da abstração, e caminha do universal mais indeterminado e genérico ao mais distinto e específico, no caminho do aperfeiçoamento do conhecimento. O... Continue lendo →

O conhecimento intelectual chega em nossa mente por meio de acesso a formas ou ideias separadas das coisas? Primeira parte, questão 84, artigo 4, parte 3 de 4.

1. Retomada. No texto anterior, vimos que Platão, deparando-se com a concepção de que a inteligibilidade das coisas seria naturalmente imaterial, isto é, percebendo que as formas (ou ideias) são realidades espirituais, propôs que haveria um mundo separado deste, no... Continue lendo →

Será que nós inteligimos as coisas porque já nascemos com as informações sobre elas previamente impressas em nossa alma? Primeira parte, questão 84, artigo 3, parte 2 de 2.

1. Retomando. Vimos, no texto passado, como é fácil cair no erro de que nossa inteligência é similar à dos anjos, e na verdade já teria em si, como que gravado, todas as informações sobre aquilo que aprenderá na vida.... Continue lendo →

As potências sensoriais do irascível e do concupiscível podem ser ordenadas pela razão humana? Primeira parte, questão 81, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Retomando. Há uma clássica divisão entre as virtudes morais e as virtudes intelectuais, que se fundamenta num trecho do Livro I da Ética a Nicômaco, em que Aristóteles afirma que há, na alma, além da parte propriamente intelectual, uma... Continue lendo →

A consciência também é uma potência ou capacidade humana separada? Primeira parte, questão 79, artigo 13, parte 2 de 3.

1. Retomando. Como vimos no texto anterior, a discussão aqui é sobre a consciência, isto é, a reflexão que fazemos sobre nosso agir, antes, durante ou depois dos eventos, de modo a ponderá-lo com o bem. Estamos diante do fenômeno... Continue lendo →

Será que a inclinação do ser humano ao bem, que chamamos de sindérese, é uma potência da nossa alma intelectual? Primeira parte, questão 79, artigo 12, parte 2 de 3.

1. Retomando o tema. O extraordinário otimismo antropológico dos medievais reflete-se na Suma. E é herdeiro legítimo da tradição clássica. De fato, a sindérese, ou conhecimento inato dos primeiros princípios do agir, é a marca de uma antropologia que presume... Continue lendo →

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