1. Introdução. Há uma questão, aqui, que ultrapassa o plano do trivial. Na verdade, é uma questão importantíssima nos debates de então. E que deveria continuar a ser importantíssima para nós. Se, de fato, há uma estrutura que nos permite... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, as concepções de Platão e Aristóteles quanto à natureza do conhecimento, e como Tomás habilmente combina as duas para construir uma teoria do conhecimento simples e poderosa, capaz de relacionar na liberdade as mentes em torno... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, vimos a natureza basicamente passiva do nosso intelecto: nascemos com a inteligência como “folhas em branco”, e é a inteligibilidade intrínseca nas coisas que imprimirá, em nós, aquilo que é o aperfeiçoamento de nossa inteligência.... Continue lendo →
No texto anterior, vimos um pouco sobre o processo humano de aprendizagem, que pressupõe a relação sensível com as coisas individuais, a formação do “fantasma” (a imagem reconstituída das impressões sensíveis em nossa imaginação, que está em potência para a... Continue lendo →
Aqui, mais uma vez, a discussão de São Tomás sobre a inteligência dos anjos é, acima de tudo, uma discussão profundamente antropológica. De fato, a forma pela qual Tomás retrata a inteligência angelical parece profetizar a forma pela qual, séculos... Continue lendo →