Os animais conhecem as coisas sensivelmente. O que significa que eles conhecem os cheiros, as aparências, os timbres de voz, as texturas, enfim, tudo aquilo que os sentidos podem apresentar. Mas este é um conhecimento estritamente concreto e individual, porque... Continue lendo →
No texto anterior, vimos um pouco sobre o processo humano de aprendizagem, que pressupõe a relação sensível com as coisas individuais, a formação do “fantasma” (a imagem reconstituída das impressões sensíveis em nossa imaginação, que está em potência para a... Continue lendo →
Aqui, mais uma vez, a discussão de São Tomás sobre a inteligência dos anjos é, acima de tudo, uma discussão profundamente antropológica. De fato, a forma pela qual Tomás retrata a inteligência angelical parece profetizar a forma pela qual, séculos... Continue lendo →