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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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homem na suma teológica

Quando conhecemos as coisas, fazemos isto pelo conhecimento que o próprio Deus tem delas? Primeira parte, questão 84, artigo 5, parte 2 de 3.

1. Voltando ao assunto. O debate, aqui, é importantíssimo. Será que o próprio Deus é a medida do nosso conhecimento intelectual, ou será que não atingimos realmente a essência das coisas, ao conhecê-las, e apenas construímos conceitos e nomes que... Continue lendo →

O conhecimento intelectual chega em nossa mente por meio de acesso a formas ou ideias separadas das coisas? Primeira parte, questão 84, artigo 4, parte 4 de 4.

1. Voltando. Nosso corpo e nossa alma são princípio de um único ser, o ser humano. É certo que nosso corpo é perecível, como podemos constatar por experiência pessoal. Nossa alma, por outro lado, não o é, e sua atividade... Continue lendo →

O conhecimento intelectual chega em nossa mente por meio de acesso a formas ou ideias separadas das coisas? Primeira parte, questão 84, artigo 4, parte 1 de 4.

1. Introdução. O aprender, o conhecer os universais, isto é, ter conhecimento intelectual da realidade, sempre pareceu um grande mistério para a humanidade, e certamente foi um dos problemas que levou ao filosofar, desde os temos mais remotos. Como pode... Continue lendo →

Será que o ser humano tem livre arbítrio? Primeira parte, questão 83, artigo 1, parte 1 de 3.

1. Introdução. Livre arbítrio e liberdade não são sinônimos. Na verdade, a liberdade é a capacidade de atingir seu próprio fim, e o fim não é escolhido: é dado e reconhecido. Mas o livre arbítrio é a capacidade de eleger,... Continue lendo →

A nossa vontade é capaz de mover nosso intelecto? Primeira parte, questão 82, artigo 4, parte 3 de 3.

1. De volta. Vimos, então, a função de governo, como causa eficiente universal, que a vontade tem, em nós, similar àquela que o governante exerce na sociedade: é pela sua coordenação que mantemos a nossa própria unidade existencial. É assim... Continue lendo →

A vontade é uma capacidade mais alta do que a inteligência? Primeira parte, questão 82, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Para retomar. O intelecto, em si mesmo, é mais nobre que a vontade, e tem a prioridade em nós. Mas, em razão do seu objeto, a vontade pode vir a se tornar mais nobre que o intelecto, quando seu... Continue lendo →

A sensualidade pode ser dividida em duas potências diferentes, a saber, a irascível e a concupiscível? Primeira parte, questão 81, artigo 2, parte 2 de 2.

1. Voltando. Vimos, no texto anterior, como este movimento da inclinação, de simples atração ou repulsa (chamado de inclinação concupiscível) ao bem ou mal diretamente presente, não explica todas as inclinações do apetite sensível. Cabe, neste momento, uma digressão. A... Continue lendo →

Será que o apetite sensorial pode ser chamado de “sensualidade”? Primeira parte, questão 81, artigo 1, parte 2 de 2.

1. Retomada. O que é a inclinação sensual, ou sensorial, que Tomás (e toda a tradição de seu tempo) chama de “sensualidade”? Algo que não pode nos comandar, porque não podemos deixar de usar a inteligência que temos, e que... Continue lendo →

O apetite sensorial e a vontade, que é o apetite intelectivo, são potências diversas? Primeira parte, questão 80, artigo 2, parte 2 de 2.

1. De volta ao assunto. A experiência, relatada tanto na Bíblia quanto na filosofia, de ruptura entre os apetites humanos, parece confirmar a intuição de que há mais de uma potência apetitiva em nossa alma. É hora, agora, de examinar... Continue lendo →

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