1. De volta. O mistério da alma humana não significa que ela é um objeto inadequado às especulações racionais. Significa apenas que ela não pode ser esgotada por nenhuma abordagem que vise desvendá-la: ela sempre estará além da nossa capacidade... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, vimos o processo de intelecção, que vai do concreto ao universal pelo caminho da abstração, e caminha do universal mais indeterminado e genérico ao mais distinto e específico, no caminho do aperfeiçoamento do conhecimento. O... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. O debate, aqui, é importantíssimo. Será que o próprio Deus é a medida do nosso conhecimento intelectual, ou será que não atingimos realmente a essência das coisas, ao conhecê-las, e apenas construímos conceitos e nomes que... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, no último texto, não somente a reafirmação de que as potências vegetativas são mesmo a nutrição, o crescimento e a reprodução, como vimos também a hierarquia entre elas, com a superioridade da função generativa sobre as... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Vimos, pois, que o presente artigo enfrenta, basicamente, argumentos de origem platônica e dualista, que não conseguem admitir uma relação direta entre uma realidade espiritual como a alma humana, por um lado, e a matéria, do... Continue lendo →
1. Retomando. A discussão envolve, pois, a visão de que haveria alguma estrutura intermediária entre o corpo e a alma, como se a realidade espiritual que a alma precisasse de algo menos grosseiro do que a pura matéria para relacionar-se.... Continue lendo →
1. Retomando. Sempre que há um ser humano, há uma alma que dá forma à matéria de tal modo que exista. Ali, um corpo. Por isto, é falso imaginar que o corpo precise apresentar algum tipo de requisito acidental (tamanho,... Continue lendo →
1. Palavras de introdução. Vimos, no artigo anterior, ao longo de quatro textos, que a alma intelectiva humana é única, e reúne em si as operações vegetativas, sensíveis e intelectivas. A pergunta, agora, diz respeito ao próprio ser humano: quantas... Continue lendo →