Retomando. Vimos, no texto anterior, o debate sobre a importância da compreensão na felicidade plena do ser humano. Será que a compreensão é parte da relação com deus que nos faz plenamente felizes? A hipótese inicial, ali, é de que... Continue lendo →
Retomando para concluir. Como vimos no texto anterior, a felicidade decorre da santidade, que permite a visão pessoal de Deus, isto é, estabelece com ele uma relação de presença pessoal eterna e infindável. É impossível que essa relação não seja... Continue lendo →
Retomando para concluir. A vontade desvinculada da inteligência leva ao voluntarismo absoluto e à ilusão de que a liberdade está em poder fazer tudo e qualquer coisa; a vontade de poder seria o movimento do ser humano para a liberdade,... Continue lendo →
Retomando. A felicidade é o resultado de uma participação humana naquilo que é próprio de Deus. Podemos dizer que, em nós, a felicidade decorre de uma relação - a relação de conhecimento e amor a Deus. Mas nem tudo aquilo... Continue lendo →
Introdução. Cada tempo tem seus próprios desvios. No nosso tempo, certamente tendemos a um voluntarismo: felicidade não seria um conhecer, mas um querer, uma vontade que pode desejar tudo, abranger tudo, dominar tudo. Uma vontade em expansão, poderosa, ilimitada. Esta... Continue lendo →
Retomando. Na busca daquela dimensão humana que abriga a plenitude, a felicidade, chegamos finalmente à alma. Como vimos no texto anterior, a hipótese, agora, é a de que a felicidade é algo da dimensão espiritual do ser humano, não simplesmente... Continue lendo →