Introdução. A questão, aqui, é debater se há graus de felicidade, isto é, se podemos ser, no céu, na vida eterna, mais bem-aventurados do que outros seres humanos. Não é um debate trivial: trata-se de saber se podemos aumentar nossa... Continue lendo →
Retomando para concluir. No último texto, vimos como Tomás nos explica que somos capazes da felicidade; principalmente da felicidade eterna junto a Deus. Devemos ser santos, e este é o nosso fim. Somente os santos, elevados à amizade de Deus... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese controvertida que propõe que essa tal “felicidade plena”, pela amizade com Deus na eternidade, não é algo alcançável pelos seres humanos. Vimos o primeiro argumento em favor dessa hipótese, que propõe que, na... Continue lendo →