Retomando para concluir. A visão que Tomás tem da ética é radicalmente diversa da nossa. Tomás pressupõe que todos querem ser felizes, honestamente, e que essa felicidade só pode estar na plenitude do ser humano. A plenitude do ser humano... Continue lendo →
Retomando para concluir. Pecar não é ser livre. Pecar não é ser feliz. Logo, tudo o que faz realmente feliz não pode ser pecado. Nem o pecado pode ser incluído na liberdade. De fato, pecar é errar o alvo. Mas... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese de que a vontade é aquela capacidade humana em que a felicidade reside de modo próprio, ou seja, a vontade seria o verdadeiro sujeito da felicidade. Vimos cinco argumentos iniciais que tentavam comprovar... Continue lendo →
Retomando para concluir. A felicidade é, sem sombra de dúvida, um bem da alma, ou seja, é um júbilo espiritual. Isso explica, inclusive, o motivo pelo qual algumas pessoas cultivam tão esmeradamente o próprio corpo, dando-se alimentação de primeira qualidade,... Continue lendo →
Introdução. O que será esta plenitude, este aperfeiçoamento que nos faz repousar no bem e desfrutar, por consequência, do maior prazer espiritual? Já vimos que isto não pode vir de algo externo ao próprio ser humano: não se trata de... Continue lendo →
Para finalizar. Ser honrado, ser reconhecido por sua própria excelência, ser louvado por seus méritos e realização, tudo isso é bom, e pode ser buscado - embora seja muito difícil fazê-lo sem caIr no orgulho e na autopromoção. Ainda assim,... Continue lendo →
Retomando para finalizar. Todas as coisas procuram a própria perfeição, e a perfeição de todas as coisas está em Deus. Neste sentido, é o mesmo o fim último de todas as criaturas: dar glória a Deus, chegando a ser aquilo... Continue lendo →
Introdução. Não há dúvidas de que somos todos, antes de mais nada, criaturas de Deus - nós e tudo o que existe no universo. Ora, toda criatura existe como resultado de quatro causas: a causa material, a causa formal, a... Continue lendo →
Retomando. Terminamos o texto anterior com um dilema: como poderíamos negar o fato de que vivemos num mundo plural, em que cada um parece escolher sua própria meta, seu próprio objetivo final, seu fim último, a partir de sua própria... Continue lendo →