1. Voltando ao assunto. É preciso sempre compreender bem a insistência de Tomás em debater, quando trata da criação, a intervenção dos “anjos” na obra de Deus. Essa era a forma que a ciência do tempo dele usava para descrever... Continue lendo →
1. De volta para encerrar. A unidade ontológica do ser humano é um princípio que precisa ser defendido a cada momento. O ser humano não é um “amontoado” de duas coisas; ele não é a união acidental de uma alma... Continue lendo →
1. Introdução. Que as almas humanas são criadas e não geradas já o sabemos; foi firmemente estabelecido nos artigos anteriores. Ela é subsistente, imperecível, imortal, e portanto é algo que supera os atributos da matéria. Mas havia, no tempo de... Continue lendo →
1. Retomando. A reprodução humana é algo que supera nossa compreensão. O ser humano, embora não seja divino, é uma pequena joia da criação que Deus produz artesanalmente, participando, a cada vez, do surgimento dessa pequena maravilha. O significado disso... Continue lendo →
1. Introdução. Somos criaturas, e disso não há dúvida. Mas o fato de que sejamos criaturas – e o são todas as coisas que podemos ver e com as quais convivemos – não significa que Deus as produza individual e... Continue lendo →
1. Voltando ao debate. Não somos deuses. O universo não é Deus. E só isso nos pode dar razão para caminhar. Porque só há caminhada se houver um ponto de partida e um ponto de chegada; mas se tudo é... Continue lendo →
1. Para retomar nosso percurso. Dizíamos, no texto anterior, que é muito difundida, hoje em dia, a ideia de que nossa alma seria divina, isto é, que somos todos, no fundo, deuses presos na matéria, e que a “iluminação” consistiria... Continue lendo →
1. Introdução. Há muitas “filosofias” contemporâneas que defendem que há uma “fagulha de Deus” dentro de nós, no sentido de que nós, humanos, seríamos deuses presos em corpos. Nossas almas seriam, assim, “pedaços” de Deus que se desgarraram ou que... Continue lendo →