1. Retomando. Quase chegando ao fim deste artigo, vimos a importância de reconhecer que a alma intelectiva é a estrutura, quer dizer, a forma substancial do ser humano, e isto implica reconhecer a inteireza, a substancialidade do ser humano marcada... Continue lendo →
No texto anterior, vimos a hipótese controvertida de que um anjo não pode conhecer os outros anjos, e quatro argumentos objetores no mesmo sentido; Agora, postos os termos do problema, vamos à resposta sintetizadora de São Tomás. Ele vai iniciar... Continue lendo →
No texto anterior, colocamos o debate sobre a possibilidade de que a intelecção do anjo estivesse em sua essência mesmo. Neste caso, todo o conhecimento do anjo estaria sempre presente em ato a ele pelo simples fato de ele existir.... Continue lendo →
Deus intelige tudo, pensa tudo ao mesmo tempo e tem sempre todas as coisas, todos os conhecimentos, presentes em ato em sua inteligência. Ele não é como nós, que esquecemos das coisas, que conseguimos pensar apenas em algumas coisas de... Continue lendo →
o texto anterior, colocamos o debate sobre a hipótese de que, para o anjo, pensar é existir. Vimos os dois argumentos objetores iniciais, no sentido desta hipótese, e o argumento sed contra. Começamos, então, a examinar a resposta sintetizadora de... Continue lendo →
Se, no artigo anterior, debatíamos se o pensar do anjo era sua substância mesma; vale dizer, que aquilo que o anjo é, sua substância, se esgota em seu pensar, como a substância da estátua é o mármore esculpido, ou a... Continue lendo →
O anjo é fundamentalmente um ser imaterial que intelige e quer. Para nós, humanos, é muito difícil imaginar como é o próprio ser do anjo. E existe para nós a grande tentação de imaginar o anjo como uma grande dinâmica:... Continue lendo →
Como se distinguem os indivíduos? De duas maneiras, diz Tomás. A primeira é por serem entes com corpos diferentes. De fato, a porção de matéria que constitui um ente o identifica e individualiza, distinguindo-o de todos os outros entes. Mas... Continue lendo →
Chegou, então, a hora de revisitar os argumentos objetores iniciais e responder a eles com os elementos estabelecidos na resposta sintetizadora, admitindo o que neles há de verdadeiro e bom e corrigindo o que há de equivocado. O primeiro argumento... Continue lendo →