Introdução. A felicidade é a razão fundamental pela qual nos movemos, pela qual fazemos o que devemos fazer. A questão é que utilitaristas e hedonistas não compreendem bem essa verdade fundamental, e creem - e defendem - que, no fundo,... Continue lendo →
Retomando. Já sabemos que, conscientemente ou não, temos uma meta final, um fim último, um bem supremo que guia nosso existir deliberado, nosso agir ético. E esse bem pode ser, simplesmente, a ideia de que a minha vontade, a minha... Continue lendo →
1. Introdução. Existe, em nossos tempos, um certo “freudianismo popular” (uma extrapolação do pensamento de Sigmund Freud, famoso criador da psicoterapia), também ligado a interpretações de David Hume e outros iluministas, de que defendiam que as emoções e as paixões... Continue lendo →
1. Retomando o tema. O extraordinário otimismo antropológico dos medievais reflete-se na Suma. E é herdeiro legítimo da tradição clássica. De fato, a sindérese, ou conhecimento inato dos primeiros princípios do agir, é a marca de uma antropologia que presume... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, a explicação de Tomás no sentido de que o objeto do intelecto é a busca da verdade, e que é acidental, para ele, que esta verdade seja dirigida à contemplação ou à ação; assim, o fim... Continue lendo →