1. Introdução. A questão aqui não diz mais respeito à razão teorética, científica, que foi tratada no artigo anterior. Agora o que está em questão é a razão prática. Já sabemos que o intelecto das crianças, mesmo que fossem concebidas... Continue lendo →
Retomando. O fato de que é necessário conceber aqueles primeiros seres humanos, feitos diretamente por Deus, como seres humanos plenos e terminados, é algo que faz todo sentido: Deus se ocupou pessoalmente deles, e Deus não faz obra incompleta. Por... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, no artigo anterior, que se não tivéssemos sofrido os efeitos do pecado original, nossos primeiros pais teriam transmitido a seus filhos uma natureza ordenada, imaculada, coroada imediatamente com a graça santificante que traz a justificação, ou seja,... Continue lendo →
1. Introdução. A infância implica fragilidade, limite, incapacidade de controlar perfeitamente o próprio corpo, necessidade de desenvolvimento. A questão é: essa condição, ser bebê e ser criança, é própria do ser humano, ou decorre do nosso estado decaído? Será que... Continue lendo →
1. Voltando para fechar. A natureza humana envolve uma radical dependência de Deus. Nossa vida depende inteiramente dele. No paraíso, ser imaculado significava ser inteiramente dependente dele para viver e sobreviver, ter a vida como um dom. É certo, porém,... Continue lendo →
1. De volta ao debate. Já ouvimos inúmeras vezes o relato bíblico da queda. E ele não nos toca, não nos choca. Pelo menos não como deveria. É como que uma história distante, talvez mítica, uma forma literária de narrar... Continue lendo →
1. Retomando. Amor e liberdade. O amor pressupõe a liberdade, é aquilo que dá sentido à própria liberdade. De fato, sem a possibilidade de renúncia ao amor, o amor jamais poderia existir, porque não há amor imposto, não há amor... Continue lendo →