o texto anterior, colocamos o debate sobre a hipótese de que, para o anjo, pensar é existir. Vimos os dois argumentos objetores iniciais, no sentido desta hipótese, e o argumento sed contra. Começamos, então, a examinar a resposta sintetizadora de... Continue lendo →
Se, no artigo anterior, debatíamos se o pensar do anjo era sua substância mesma; vale dizer, que aquilo que o anjo é, sua substância, se esgota em seu pensar, como a substância da estátua é o mármore esculpido, ou a... Continue lendo →
O debate que estamos travando no presente artigo diz respeito ao modo pelo qual os anjos se locomovem pelo mundo criatural, quer dizer, como eles se deslocam pelo espaço.Terminamos aquele texto lembrando que um ente corpóreo está num lugar porque... Continue lendo →
Este artigo é uma daquelas joias preciosas que a nossa caminhada pela Suma faz com que encontremos aqui e ali. Desde o início deste blog, eu tenho usado a imagem da visita turística por uma antiga catedral para caracterizar nossa... Continue lendo →
A discussão, aqui, diz respeito à quantidade de anjos que podem existir. Vimos, no último texto, que esta discussão se prende a três aspectos: o critério de multiplicação para os seres imateriais (como se pode multiplicar o número daquilo que,... Continue lendo →
Chegou, então, a hora de revisitar os argumentos objetores iniciais e responder a eles com os elementos estabelecidos na resposta sintetizadora, admitindo o que neles há de verdadeiro e bom e corrigindo o que há de equivocado. O primeiro argumento... Continue lendo →
No texto anterior vimos o debate a respeito da materialidade dos anjos ser colocado por Tomás. Lembremos que já ficou muito bem estabelecido ali que os anjos são incorporais. Por que, então, São Tomás achou agora necessário debater se, além... Continue lendo →
No artigo anterior, debatemos sobre a corporeidade dos anjos, e vimos que os anjos são incorpóreos. Mas São Tomás acha necessário prosseguir na discussão, e debaterá se, além de incorpóreos, eles também seriam imateriais. Esta diferença é muito sutil e... Continue lendo →
Deus é bom. Mais do que isto; Deus é o próprio bem, como nos ensina a teoria dos chamados “transcendentais do ser”; sendo o próprio ser, ele é também o próprio bem. Mas no artigo anterior nós vimos que o... Continue lendo →