Os anjos não devem ser imaginados como se fossem grandes computadores incorpóreos. Eles são pessoas. Os computadores, ainda que interligados em rede mundial, não têm consciência de si mesmos. Os anjos têm. Os computadores, mesmo que funcionando como uma grande... Continue lendo →
Num debate anterior, sobre o processo de salvação dos anjos pela graça, tivemos a impressão de que este processo é quase instantâneo: o anjo é criado, recebe a graça, faz um ato movido pela caridade e subitamente está na glória... Continue lendo →
Mais uma discussão interessante: de onde vem, afinal, a maldade dos demônios? Eles podem ser naturalmente maus, ou seja, ser substancialmente maus, ou tornam-se maus em razão de suas escolhas? A hipótese controvertida, aqui, é a de que (pelo menos)... Continue lendo →
No terceiro capítulo do Livro do Gênesis, logo nos primeiros versículos, a serpente faz uma proposta a Eva, caso ela venha a comer o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal: “sereis como deuses!”. Esta parece, pois,... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, que Tomás inicia sua resposta sintetizadora ensinando que há dois modos pelos quais pode-se dizer que uma criatura se envolve com o pecado: como partícipe ou como autor. Como partícipes, eles de fato podem envolver-se em... Continue lendo →
Vimos, então, no artigo anterior, que os anjos podem pecar. Nunca por ignorância ou erro sobre a natureza, mas, no caso, por desatender à devida ordem no bem, ordem esta que, em última instância, é estabelecida por Deus. Ora, o... Continue lendo →
Os anjos podem pecar. A possibilidade desta opção radical contra o amor está como que embutida na própria estrutura de uma criação feita no amor, e que por isso envolve a necessidade de que a adesão ao amor seja livre.... Continue lendo →
Até agora, tínhamos examinado os anjos em sua natureza mesma e em seu caminho para a santidade. Passamos a examinar, agora, o outro lado da moeda: o mau uso da liberdade pelos anjos, que leva ao seu pecado e ao... Continue lendo →
Deus é feliz. Ele é, na verdade, por natureza, a felicidade perfeita. Esta é uma afirmação que parece surpreendente, numa era que está muito acostumada a conceber Deus como um controlador, ou mesmo como um ditador concebido por homens maus... Continue lendo →