Vimos, então, no texto anterior, o estabelecimento do debate sobre o autoconhecimento dos anjos. A hipótese é a de que eles não são capazes de autoconhecer-se. Vimos os três argumentos objetores, o primeiro que cita o Pseudo-Dionísio, o segundo, que... Continue lendo →
Na questão anterior, estudamos muito pormenorizadamente o modo pelo qual o anjo conhece, sem aprender, mas recebendo seus conhecimentos das coisas diretamente de Deus. No presente artigo, estudaremos não mais o como, mas o que os anjos conhecem. Neste primeiro... Continue lendo →
Colocados os termos do debate e os critérios para enfrentá-lo, São Tomás passa a responder aos argumentos objetores iniciais.O primeiro argumento objetor afirma que, na alma humana, a estrutura ativa, que é chamada classicamente de "intelecto agente", existe porque age,... Continue lendo →
Como vimos no último texto, Tomás nos dá uma lição sobre a diferença entre "tempo de repouso" e "tempo de movimento" para nos explicar que essas teorias que tentam enquadrar o movimento dos anjos numa analogia com certos movimentos físicos... Continue lendo →
No texto anterior vimos o debate a respeito da materialidade dos anjos ser colocado por Tomás. Lembremos que já ficou muito bem estabelecido ali que os anjos são incorporais. Por que, então, São Tomás achou agora necessário debater se, além... Continue lendo →
No artigo anterior, debatemos sobre a corporeidade dos anjos, e vimos que os anjos são incorpóreos. Mas São Tomás acha necessário prosseguir na discussão, e debaterá se, além de incorpóreos, eles também seriam imateriais. Esta diferença é muito sutil e... Continue lendo →
Nos textos anteriores, examinamos a hipótese controvertida de que há dois princípios para a realidade criada, o princípio bom e o princípio mau, ambos absolutos e igualmente fundamentais. Vimos os argumentos objetores neste sentido e o argumento sed contra, que... Continue lendo →
Como surge o mal? Eis o que vamos descobrir nesta questão. Este primeiro artigo questiona a causa próxima do mal. De onde ele surge? Sendo o mal uma deficiência, como poderia ele vir do bem, que é uma perfeição? Mas... Continue lendo →
É preciso meditar profundamente sobre a razão pela qual São Tomás colocou o estudo sobre o mal aqui, nesta seção sobre a criação, especificamente sobre a obra dos seis dias. É que o mal é uma realidade eminentemente criatural. Não... Continue lendo →