Retomando para concluir. Perguntávamo-nos, no final do texto anterior, se este debate traria um interesse meramente histórico, vale dizer, se ele interessaria apenas a quem deseja saber mais sobre um conhecimento científico ultrapassado de professores medievais. E ali eu respondia... Continue lendo →
O texto aborda a concepção humana como um ato complexo envolvendo o genitor, a genitora e a ação criadora de Deus. Destaca que a alma é criada simultaneamente na concepção, não preexistente. Em defesa da dignidade da vida desde a concepção, refuta argumentos que sugerem a criação das almas em períodos distintos, enfatizando a unidade entre corpo e alma.
Retomando. Será que a alma humana existe antes mesmo que exista o indivíduo? Será que Platão estava com a razão, quando imaginava que nossa alma preexistia à nossa existência corpórea, e que, portanto, a vida biológica é uma espécie de... Continue lendo →
Introdução. A questão, aqui, diz respeito à fixação de algo que pode parecer óbvio, mas é essencial, porque dificilmente pensamos nisso. Se, por um lado, Deus criou tudo em “seis dias”, e no sétimo descansou, como se diz no início... Continue lendo →
Retomando para concluir. É de admirar que, mesmo não tendo acesso à ciência que temos hoje, intui acertadamente quanto à natureza intelectual da pessoa humana, e quanto aos estágios embrionários com sucessivos desenvolvimentos de capacidades - a princípio apenas vegetativas,... Continue lendo →
Introdução. O Livro do Gênesis (4, 1) traz uma interessante exclamação de Eva, quando veio a conceber Caim. Ela exclama: “ganhei um filho homem, graças ao Senhor” (ou com a ajuda do Senhor, dizem algumas traduções). Historicamente, isto sempre foi... Continue lendo →
Retomando para finalizar. Semelhante gera semelhante, diz o velho ditado que tem origem na antiga filosofia grega. O mundo criado como universo material está sujeito à corrupção, mas também está sujeito à geração: o mundo daquilo que tem matéria e... Continue lendo →
O debate sobre a reprodução animal explora se a natureza é suficiente para gerar vida ou se a intervenção divina é necessária. Tomás argumenta que a reprodução, baseada na interação entre corpo e alma sensorial, não ultrapassa a materialidade. Assim, Deus não precisa intervir, o que reflete a natureza mais circunscrita da dignidade animal.
O texto discute a reprodução dos seres vivos, com foco nas visões de Tomás sobre o papel dos genitores e a intervenção divina na criação da alma sensorial dos animais. Através de quatro argumentos, questiona-se se a vida é gerada por processos naturais ou requer a ação direta de Deus, refletindo sobre implicações éticas contemporâneas.