1. De volta ao assunto. Derrubando-se do ser humano o fato de ser imagem de Deus, ele passa a ser só mais uma coisa no meio das coisas; como diziam os antigos, jogando-se pedra em Deus, a pedra volta e... Continue lendo →
1. Introdução. Já vimos, no texto anterior, o quanto Tomás defende e acredita que a sexualidade, a própria configuração do corpo humano de modo sexuado, é uma dimensão originária, querida por Deus, e não uma decorrência ocasional em razão da... Continue lendo →
1. Introdução. Há muitas “filosofias” contemporâneas que defendem que há uma “fagulha de Deus” dentro de nós, no sentido de que nós, humanos, seríamos deuses presos em corpos. Nossas almas seriam, assim, “pedaços” de Deus que se desgarraram ou que... Continue lendo →
1. Introdução. Mais uma vez, o que está em jogo, aqui, é a própria substancialidade do ser humano. Sendo uma substância, e não um amontoado caótico de características, capacidades e potências, o ser humano tem alguma ordem intrínseca que lhe... Continue lendo →
1. Primeiras palavras. A alma, definitivamente, não é uma coisa. Ela é uma estrutura, ou seja, ela se explica como aquilo que torna um ser humano aquilo que ele é. Pensemos num texto, escrito numa folha de papel. Do ponto... Continue lendo →
1. Primeiras considerações. Chegamos na parte propriamente antropológica da Suma. Não podemos imaginar que Tomás é algum tipo de espiritualista. Ele não é. Ele tem muita consciência de que a natureza humana é uma natureza animal, de um animal espiritual... Continue lendo →