1. De volta mais uma vez. Como vimos nos textos anteriores, a sobrevivência da alma humana, fragmentária como é, é percebida como um “dar-se conta de si mesma”, ter noção de que existe, e que existe como entidade individual, pensante... Continue lendo →
1. Introdução. A sobrevivência após a morte não é a sobrevivência de uma pessoa, porque a pessoa humana é constituída pela plenitude da sua capacidade de relação, isto é, é corpo e alma. Mas é uma sobrevivência com identidade, com... Continue lendo →
1. Voltando. Aquilo que nos diferencia (nossa capacidade de experimentar o mundo, no processo de conhecê-lo) faz parte daquilo que é físico em nós, e nos torna, a um só tempo, plurais e individuais. Plurais porque causa a riqueza de... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto passado, que o livre arbítrio envolve a capacidade intelectiva e a capacidade volitiva; quer dizer, a nossa capacidade de escolha é uma potência complexa, que envolve nossa inteligência e nossa vontade. Isto, como vimos ali,... Continue lendo →
Teremos, esta semana, o feriado civil de Corpus Christi. Trata-se de uma solenidade originada no século XIII, na Bélgica, para celebrar a corporeidade; era uma época em que a tendência aos espiritualismos, a identificar o “eu” com o pensamento, era... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, ao longo de quatro textos estudamos os chamados sentidos externos, os cinco sentidos relacionados aos estímulos exteriores que os interpelam diretamente, os chamados “sensíveis próprios”; a cor para a visão, o som para a audição,... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, na análise dos dois primeiros argumentos objetores, uma forte relação entre os chamados “sensíveis”, ou seja, aqueles aspectos do mundo exterior que podem nos interpelar sensivelmente, e nossos próprios sentidos. De fato, existe uma profunda correlação... Continue lendo →
1. Retomando a conversa. Vimos, no último texto, como Tomás coloca o debate sobre os cinco sentidos externos. A partir da hipótese inicial de que eles não se reduzem a cinco, são trazidos alguns argumentos que parecem tornar clara a... Continue lendo →
1. Retomando o assunto. No último texto, vimos a hipótese de que o conjunto das potências vegetativas não envolveria três potências, a saber, a potência generativa ou reprodutiva, a potência nutritiva e a aumentativa ou de crescimento. Vimos, também, os... Continue lendo →