1. Retomando. Vimos, então, no último texto, não somente a reafirmação de que as potências vegetativas são mesmo a nutrição, o crescimento e a reprodução, como vimos também a hierarquia entre elas, com a superioridade da função generativa sobre as... Continue lendo →
1. Introdução. Esta questão 78 estuda as potências humanas que compartilhamos com os outros seres vivos, ou seja, as potências vegetativas e sensoriais. Assim, é uma questão dedicada às nossas capacidades anteriores, ou inferiores, à inteligência. Pareceria deslocado o estudo... Continue lendo →
1. Introdução. A experiência de estar morto é uma experiência que nenhum de nós tem. Mas uma coisa é fato: a morte é algo real. E de fato ela marca o fim da vida humana. Morto o ser humano, morto... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Encerramos o texto anterior com a lembrança de que somos humanos, isto é, somos estas criaturas maravilhosas compostas de corpo e alma numa síntese belíssima, numa unidade que não pode ser desconsiderada. E a estrutura humana... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no último texto, a complexa explicação de Tomás sobre a relação entre a essência da alma e suas potências; em suma, poderíamos dizer que, uma vez que as potências são acidentes próprios, decorrem diretamente da essência, diferentemente... Continue lendo →
1. Introdução. Já vimos, nos textos anteriores, que, no ser humano, a existência e a natureza são dons de Deus, mas o agir é um construído, é algo que é acrescido ao ser e ao existir para possibilitar a perfeição... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, que apenas Deus possui uma estrutura tão simples a ponto de fazer coincidir, nele, o ser, o existir e o agir. Todas as criaturas recebem dele o ser e o existir; assim, o agir humano pressupõe... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da substancialidade do ser humano é muito grave, talvez mais grave hoje do que no tempo de Tomás. De fato, há uma forte tendência a imaginar que o ser humano não é uma substância, mas apenas... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, portanto, que a alma representa uma totalidade, daquele tipo de totalidade que não admite divisões quantitativas, mas admite divisões lógicas e em partes virtuais, ou seja, ela representa aquela parte da composição humana que corresponde à forma,... Continue lendo →