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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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conhecimento sensorial

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 4 de 5.

Retomando. Conhecer não é uma noção unívoca. Podemos tomar conhecimento das coisas, sem conhecê-las de fato. É o caso de um biólogo que estudou uma fruta existente num país longínquo, que ele nunca veio a experimentar; ele pode saber tudo... Continue lendo →

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 3 de 3.

1. De volta. Quão importante é defender a capacidade do intelecto humano, sua possibilidade de conhecer as coisas, suas causas e até mesmo de participar da providência divina, antevendo as consequências em suas causas, para melhor administrá-las. É exatamente com... Continue lendo →

A mente humana pode conhecer intelectualmente as coisas concretas em sua individualidade? Primeira parte, questão 86, artigo 1, parte 2 de 2.

1. Retomando. Não somos anjos. Nosso conhecimento do mundo, portanto, não se dá simplesmente pela posse de um conjunto de universais abstratos que vão se deparando com um mundo que se dá ao nosso poder, mas não à nossa sensibilidade;... Continue lendo →

A mente humana pode conhecer intelectualmente as coisas concretas em sua individualidade? Primeira parte, questão 86, artigo 1, parte 1 de 2.

1. Introdução. Aqui se vê o paradoxo da inteligência humana em toda a sua crueza, um paradoxo que tem levado a tantos problemas e erros pelos séculos, quanto à relação entre a realidade concreta que nos cerca – e cujo... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 2 de 4.

1. Retomando. Estabelecer o modo pelo qual conhecemos o universal, que é o propriamente intelectivo, é de grande interesse: estabelece, inclusive, a nossa humanidade, o nosso modo humano de saber, frente ao modo, por exemplo, estritamente animal, por um lado... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Retomando. Nosso pensar se refere ao mundo. Nossa mente não é uma realidade fechada em si mesma, mas uma estrutura espiritual capaz de acolher o dom da criação, o dom da alteridade, aquilo que ela encontra proposto quando vem... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Retomando. Que o conhecimento seja algo que acontece em nós, não há dúvidas. Mas há um passo que é fácil e errôneo: concluir que, uma vez que o conhecimento é um fenômeno que ocorre em nós, por sermos atingidos... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. Estamos presos em nossos próprios pensamentos? Será que conhecemos de fato as coisas, ou, ao conhecê-las, no fundo só conhecemos mesmo as ideias que temos sobre elas? Será que nossos conhecimentos são realmente apreensões reais e verdadeiras do... Continue lendo →

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4.

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4. 1. Retomando. Não somos anjos. Precisamos da nossa experiência concreta, das coisas que pudemos... Continue lendo →

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