Vimos, no texto anterior, que Tomás inicia sua resposta sintetizadora ensinando que há dois modos pelos quais pode-se dizer que uma criatura se envolve com o pecado: como partícipe ou como autor. Como partícipes, eles de fato podem envolver-se em... Continue lendo →
Vimos, então, no artigo anterior, que os anjos podem pecar. Nunca por ignorância ou erro sobre a natureza, mas, no caso, por desatender à devida ordem no bem, ordem esta que, em última instância, é estabelecida por Deus. Ora, o... Continue lendo →
Debatemos, neste artigo, se há diferença entre o chamado “conhecimento matutino” e o “conhecimento vespertino” no intelecto angélico. No caso do conhecimento matutino, o objeto do conhecimento é o próprio Verbo divino; ao contemplá-lo, os anjos contemplam nele as razões... Continue lendo →
Este é um debate interessante e importante. Todo este capítulo sobre o intelecto dos anjos pode ser lido como um grande manifesto anti-idealista feito por Tomás muitos séculos antes que o idealismo se tornasse uma forma disseminada de pensar, como... Continue lendo →
Este artigo está fundamentado numa interpretação de Santo Agostinho sobre o primeiro capítulo do Gênesis. Para este grande santo, padre e doutor da Igreja, quando o relato fala em “manhã” e “tarde” na criação, fala do conhecimento dos anjos sobre... Continue lendo →
Como vimos no último texto, estamos tratando aqui da possibilidade de engano na mente dos anjos. Será que eles podem equivocar-se, quanto àquilo que conhecem? Anjos podem errar? Podem ter conhecimentos equivocados sobre alguma coisa, ou mesmo ignorar aspectos substanciais... Continue lendo →
Vimos, então, que na mente humana a verdade se forma pelo processo de afirmar ou negar alguma coisa do objeto do conhecimento, e isto se dá pela construção de sentenças nas quais o sujeito se une ao predicado de modo... Continue lendo →
No final do último texto, lembramos que Tomás começa sua resposta sintetizadora dizendo que a inteligência dos anjos está para a inteligência humana como os corpos celestes estão para os corpos terrestres, e seria por isto que o Pseudo-Dionísio costumava... Continue lendo →
A lógica, na sua forma aristotélico-tomista, consiste no discurso do conhecimento. A lógica é a comunicação do conhecimento, e é pela lógica que somos capazes de tirar todas as consequências daquilo que conhecemos. É pela lógica que, percorrendo os caminhos... Continue lendo →