O texto aborda a concepção humana como um ato complexo envolvendo o genitor, a genitora e a ação criadora de Deus. Destaca que a alma é criada simultaneamente na concepção, não preexistente. Em defesa da dignidade da vida desde a concepção, refuta argumentos que sugerem a criação das almas em períodos distintos, enfatizando a unidade entre corpo e alma.
Retomando. A nossa contemporaneidade está, rapidamente, esquecendo o significado da noção de “dignidade da pessoa humana”, e o faz não porque diminua a pessoa humana, mas porque estende a pessoalidade a tudo aquilo que pessoa não é, mas nega este... Continue lendo →