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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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ato e potência

Como diferenciamos os poderes, ou potências ativas, da alma humana? Primeira parte, questão 77, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Retomando. A questão em debate, aqui, é o critério para distinguir as potências ou capacidades da alma. A hipótese controvertida é a de que não é pelo objeto que distinguimos estas potências, e estudamos, no texto anterior, os quatro... Continue lendo →

Como diferenciamos os poderes, ou potências ativas, da alma humana? Primeira parte, questão 77, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. A modernidade resistiu muito a esta noção de “poderes” que a escolástica, fundamentada na filosofia grega, ensinava. Para a modernidade, a ideia medieval de que alguma coisa acontecia porque alguma substância tinha o “poder” de fazer aquilo acontecer... Continue lendo →

A alma é composta de matéria e forma? Primeira parte, questão 75, artigo 5, parte 3 de 4.

1. Palavras de retomada. Este debate sobre a estrutura metafísica da alma não é simples, nem fácil. Em especial, na sua resposta sintetizadora, Tomás fala de uma alma que é “parcialmente” forma, e que aquilo que, nela, não é forma,... Continue lendo →

A capacidade intelectual do anjo está em sua essência mesma? Primeira parte, questão 54, artigo 3, parte 1 de 2.

Deus intelige tudo, pensa tudo ao mesmo tempo e tem sempre todas as coisas, todos os conhecimentos, presentes em ato em sua inteligência. Ele não é como nós, que esquecemos das coisas, que conseguimos pensar apenas em algumas coisas de... Continue lendo →

O pensamento do anjo é a sua substância? Primeira parte, questão 54, artigo 1, parte 2 de 3.

Vimos, então, no texto anterior, a hipótese controvertida inicial de que, nos anjos, o pensamento coincide com a própria substância, ou seja, o pensar do anjo não é uma operação decorrente da sua existência, mas é o fundamento mesmo do... Continue lendo →

Será que o anjo é composto de matéria e forma? Primeira parte, questão 50, artigo 2, parte 3 de 3.

Chegou, então, a hora de revisitar os argumentos objetores iniciais e responder a eles com os elementos estabelecidos na resposta sintetizadora, admitindo o que neles há de verdadeiro e bom e corrigindo o que há de equivocado. O primeiro argumento... Continue lendo →

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