1. Retomando. A questão em debate, aqui, é o critério para distinguir as potências ou capacidades da alma. A hipótese controvertida é a de que não é pelo objeto que distinguimos estas potências, e estudamos, no texto anterior, os quatro... Continue lendo →
1. Introdução. A modernidade resistiu muito a esta noção de “poderes” que a escolástica, fundamentada na filosofia grega, ensinava. Para a modernidade, a ideia medieval de que alguma coisa acontecia porque alguma substância tinha o “poder” de fazer aquilo acontecer... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Este debate sobre a estrutura metafísica da alma não é simples, nem fácil. Em especial, na sua resposta sintetizadora, Tomás fala de uma alma que é “parcialmente” forma, e que aquilo que, nela, não é forma,... Continue lendo →
Deus intelige tudo, pensa tudo ao mesmo tempo e tem sempre todas as coisas, todos os conhecimentos, presentes em ato em sua inteligência. Ele não é como nós, que esquecemos das coisas, que conseguimos pensar apenas em algumas coisas de... Continue lendo →
Vimos, então, no texto anterior, a hipótese controvertida inicial de que, nos anjos, o pensamento coincide com a própria substância, ou seja, o pensar do anjo não é uma operação decorrente da sua existência, mas é o fundamento mesmo do... Continue lendo →
Chegou, então, a hora de revisitar os argumentos objetores iniciais e responder a eles com os elementos estabelecidos na resposta sintetizadora, admitindo o que neles há de verdadeiro e bom e corrigindo o que há de equivocado. O primeiro argumento... Continue lendo →