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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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aprendizagem

Será que a alma separada do corpo pela morte conhece as coisas em sua concretude individual? Primeira parte, questão 89, artigo 4, parte 2 de 3.

1. De volta. A perda da memória pessoal, da possibilidade de recorrer à imaginação formada pelos sentidos, bem como a perda dos próprios sentidos, com a morte, deixa a alma incompleta; já vimos isso. No entanto, ela está desperta e... Continue lendo →

Nossa inteligência apreende aquilo que é simples e indivisível antes de apreender o que é composto e divisível? Primeira parte, questão 85, artigo 8, parte 3 de 3.

1. Retomando. É muito interessante notar, na resposta sintetizadora de Tomás, as consequências do pensamento filosófico. Filosofia não é algo que se faz no ar; desenvolver, ou tentar desenvolver, uma visão de mundo completa e coerente leva a consequências muito... Continue lendo →

Nossa inteligência apreende aquilo que é simples e indivisível antes de apreender o que é composto e divisível? Primeira parte, questão 85, artigo 8, parte 2 de 3.

1. Retomando. Os anjos não investigam o mundo para conhecê-lo. Eles já têm, no intelecto, todas as informações sobre o mundo. Eles não experimentam, apenas se deparam e interagem com as coisas, tendo já a ciência sobre elas. Assim, certamente... Continue lendo →

Será que alguém pode conhecer intelectualmente uma coisa melhor do que outra pessoa? Primeira parte, questão 85, artigo 7, parte 2 de 3.

1. Retomando o debate. Os anjos são imateriais. Vale dizer, a única diferença que existe entre um anjo e outro é a própria capacidade da inteligência. Isto significa que tudo aquilo que um anjo tem para inteligir, e a profundidade... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 4 de 4.

1. Retomando. É surpreendente perceber a concretude e o realismo do pensamento de Tomás: ele discute sobre o conhecimento e as coisas concretas como realidades que se ligam, que têm em comum justamente os universais, as formas que permitem, por... Continue lendo →

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4.

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4. 1. Retomando. Não somos anjos. Precisamos da nossa experiência concreta, das coisas que pudemos... Continue lendo →

Será que nosso conhecimento intelectual das coisas materiais naturais deriva do próprio exame delas? Primeira parte, questão 84, artigo 6, parte 1 de 3.

1. Introdução. Vimos, nos textos anteriores, que o nosso conhecimento intelectual das coisas materiais, ou seja, da natureza que nos cerca, não nasce conosco, nem nos é acrescentado por causa de algum “mundo das ideias” externo e anterior ao nosso... Continue lendo →

Quando conhecemos as coisas, fazemos isto pelo conhecimento que o próprio Deus tem delas? Primeira parte, questão 84, artigo 5, parte 2 de 3.

1. Voltando ao assunto. O debate, aqui, é importantíssimo. Será que o próprio Deus é a medida do nosso conhecimento intelectual, ou será que não atingimos realmente a essência das coisas, ao conhecê-las, e apenas construímos conceitos e nomes que... Continue lendo →

Será que nós inteligimos as coisas porque já nascemos com as informações sobre elas previamente impressas em nossa alma? Primeira parte, questão 84, artigo 3, parte 1 de 2.

1. Introdução. Como nós vimos ao estudar os anjos, no tratado que é dedicado a eles, Deus os cria já com todas as espécies, quer dizer, com todas as informações sobre todas as coisas impressas em seu espírito, de tal... Continue lendo →

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