Introdução. Vivemos num mundo plural - e não somente plural como uma constatação de fato - mas um mundo que se quer plural em sua essência. Cada um quer ter sua própria meta, cada um quer buscar seu próprio fim... Continue lendo →
Introdução. Que é necessário ter um ponto de partida para começar a agir, já estamos convencidos: quem não consegue decidir o primeiro ato, o primeiro gesto, não chega em lugar algum. Também estamos convencidos, por tudo quanto debatemos nos últimos... Continue lendo →
Retomando para finalizar. Estamos, nesta primeira questão da primeira seção da segunda parte da Suma, tratando da felicidade humana. E fazendo isso de um modo muito próprio de Tomás - sem pressa, com profundidade, mas passo a passo. Mas é... Continue lendo →
Retomando. O que está em jogo, neste artigo, é descobrir se a finalidade do agente, tal como se apresenta à sua própria mente quando escolhe a sua conduta, é capaz de identificar a conduta, dando a ela especificidade que a... Continue lendo →
Introdução. O problema aqui é simples: trata-se de saber como posso identificar um ato humano como um ato pertencente a uma espécie ou a outra. Por exemplo, como distinguir o ato de um cirurgião que usa o bisturi para cortar... Continue lendo →
Retomando para finalizar. Um universo cheio de finalidade; cada coisa tem seu fim, e é concebida e existe em função dele, para alcançá-lo. Cada coisa é movida para o fim por sua própria forma substancial, e o fim existe como... Continue lendo →
Retomando. Perguntávamos, no último texto, se o fim, a finalidade, é algo que está inscrito na natureza, ou se é algo imposto de fora por algum ser inteligente, como o olho do ser humano “lê” as horas no relógio -... Continue lendo →
Introdução. No último artigo, vimos que Tomás nos demonstrou que agir para uma finalidade é próprio do ser humano, no sentido de que os atos realmente humanos são aqueles que se dirigem de modo reflexivo e consciente para um fim... Continue lendo →
Retomando para concluir. Perguntávamo-nos, no final do texto anterior, se este debate traria um interesse meramente histórico, vale dizer, se ele interessaria apenas a quem deseja saber mais sobre um conhecimento científico ultrapassado de professores medievais. E ali eu respondia... Continue lendo →