1. Retomando o texto. Não tenho dúvida de que os anjos são capazes de nos ver e de influenciar em nossas vidas, e isto não é necessariamente uma boa notícia. Eles são criaturas, são mais poderosas do que nós e... Continue lendo →
Voltando para finalizar. Com este rico artigo, temos estudado qual é a base segura para a razão humana; não para desprezar o conhecimento analógico, ou mesmo o conhecimento recebido; eles são formas válidas, mas incompletas, de conhecer. O conhecimento próprio,... Continue lendo →
Voltando ao tema. Vimos, então, no último texto, a posição de três grandes pensadores (Platão, Aristóteles e Averróis) sobre a questão do modo pelo qual nossa mente pode (ou não) conhecer diretamente as chamadas “substâncias separadas”, isto é, aquelas coisas... Continue lendo →
1. Retomando. Como vimos no texto anterior, todos os seres são dotados de algum tipo de inclinação, mesmo os inanimados. Nos seres vivos, essas inclinações vão sendo somadas àquelas próprias da vida, da sensibilidade e, no caso dos seres humanos,... Continue lendo →
1. Introdução. Ter consciência de nossas vontades, exercer poder sobre elas, é a base para que possamos desenvolver virtudes. Se não somos capazes de conhecer reflexivamente nossas próprias vontades, então somos guiados pelos apetites, de modo cego; não somos responsáveis... Continue lendo →
1. Voltando para concluir este artigo. Encerramos o texto anterior com a ideia de que nosso intelecto não pode vir a conhecer atualmente a infinidade, isto é, não pode pensar simultaneamente na infinidade de species ou ideias universais que compõem... Continue lendo →
1. Introduzindo. O termo “infinito” não é unívoco. O que queremos dizer quando dizemos “infinito”? Algumas vezes estamos nos referindo àquilo que contém em si intermináveis perfeições, como Deus. Mas, outras vezes, estamos nos referindo àquilo que é indeterminado, impreciso,... Continue lendo →
1. Introdução. Aqui se vê o paradoxo da inteligência humana em toda a sua crueza, um paradoxo que tem levado a tantos problemas e erros pelos séculos, quanto à relação entre a realidade concreta que nos cerca – e cujo... Continue lendo →
1. Retomando. Os anjos não investigam o mundo para conhecê-lo. Eles já têm, no intelecto, todas as informações sobre o mundo. Eles não experimentam, apenas se deparam e interagem com as coisas, tendo já a ciência sobre elas. Assim, certamente... Continue lendo →