1. Retomando para encerrar. Nossas ações podem ter valor perante Deus, sempre que sejam movidas pela graça e formadas pelo amor. Não é indiferente a ele o que fazemos, o quanto manifestamos o amor dele por nós em nossas obras.... Continue lendo →
1. Retomando. Não podemos enxergar os anjos com nosso sentido da visão, como não podemos ouvi-los com nosso sentido da audição. Anjos são “vistos” e “ouvidos” por nós apenas espiritualmente, embora, nos eventos extraordinários em que isto pode acontecer, não... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. Estamos debatendo, agora, o próprio modo de aprender do intelecto humano, que é o raciocínio. Trata-se, portanto, de um debate sobre lógica, sobre o modo linguístico, processual, que temos de inteligir. Os argumentos objetores, estudados no... Continue lendo →
1. Introdução. A modernidade resistiu muito a esta noção de “poderes” que a escolástica, fundamentada na filosofia grega, ensinava. Para a modernidade, a ideia medieval de que alguma coisa acontecia porque alguma substância tinha o “poder” de fazer aquilo acontecer... Continue lendo →
1. Pequena retomada. O debate colocado diz respeito à alma dos animais irracionais. Serão elas subsistentes, e, portanto, imperecíveis como as almas humanas? Será que, por partilharmos com eles da animalidade, isto implica que eles partilhem conosco da imortalidade? Esta... Continue lendo →
1. Primeiras considerações. Chegamos na parte propriamente antropológica da Suma. Não podemos imaginar que Tomás é algum tipo de espiritualista. Ele não é. Ele tem muita consciência de que a natureza humana é uma natureza animal, de um animal espiritual... Continue lendo →