O debate que estamos travando no presente artigo diz respeito ao modo pelo qual os anjos se locomovem pelo mundo criatural, quer dizer, como eles se deslocam pelo espaço.Terminamos aquele texto lembrando que um ente corpóreo está num lugar porque... Continue lendo →
Vimos, na questão anterior, que podemos associar lugares a anjos, mas não da mesma maneira como associamos os lugares aos entes corpóreos. Anjos são associados a lugares porque exercem seu poder sobre eles, não porque são definidos como contidos em... Continue lendo →
Nas questões anteriores, debatemos a relação dos anjos com a matéria, em especial com os corpos. Agora vamos debater a relação com os lugares. De fato, estamos acostumados com a noção cartesiana de corpo como extensão, e espírito como pensamento.... Continue lendo →
No outro texto, introduzimos o debate sobre a natureza dos corpos assumidos eventualmente pelos anjos. Seriam eles corpos biológicos? Não, responde Tomás. Mas como eles são capazes de produzir certos fenômenos que parecem próprios de funções biológicas? Há certos fenômenos,... Continue lendo →
Vimos, então, que os anjos são capazes de assumir corpos materiais e de estabelecer relações reais com seres humanos, relações que são percebidas pelos órgãos sensoriais humanos com a concretude das coisas materiais. Vimos que São Tomás defende que estes... Continue lendo →
Esta questão da corporeidade, relacionada com os anjos, é muito séria. De fato, a Bíblia está repleta de relatos em que anjos aparecem corporalmente, e os debates anteriores, excluindo que os anjos sejam corporais, ou mesmo que seja natural aos... Continue lendo →
Encerramos o texto anterior questionando a razão pela qual é natural apenas aos seres humanos, dentre as substâncias espirituais, o fato de estarem unidos naturalmente a corpos. Se o conhecimento intelectual é uma operação imaterial, e se tanto os seres... Continue lendo →
Na questão 50, artigo 1, debatemos se os anjos são incorpóreos, e ali já chegamos à conclusão de que eles são incorpóreos – e, como lembramos, no artigo segundo daquela mesma questão ficou estabelecido igualmente que eles são imateriais. Mas... Continue lendo →
Há muitos sentidos em que se pode dizer que uma substância se corrompe. Ela o faz quando perde a sua forma substancial. Assim, por exemplo, um copo de vidro se quebra, e então já não é mais um copo, mas... Continue lendo →