Vimos, no texto anterior, que Tomás nos brinda o exemplo da atuação do calor na geração de seres vivos; por si mesmo, o calor não pode gerar um ser vivo. Seria impossível ao fogo gerar por si mesmo um ser... Continue lendo →
Já vimos, então, que os anjos não nascem já na bem-aventurança final; eles a alcançam depois de criados, embora nasçam num estado de plenitude natural. Ou seja, diferentemente dos seres humanos, que nascem num estado de tabula rasa e precisam... Continue lendo →
O debate aqui consiste em perquirir exatamente em que sentido o intelecto dos anjos pode estar “em potência”, ou seja, num estado potencial, não atual, não efetivamente portador de conhecimento. Vimos, no texto passado, que a hipótese aqui é a... Continue lendo →