Vimos, portanto, que os anjos têm vontade, têm-na como uma faculdade distinta do próprio intelecto e da própria natureza, e que têm livre arbítrio. Nosso exame, agora, estende-se até os limites do modo pelo qual os anjos vivenciam sua vontade,... Continue lendo →
O debate aqui consiste em perquirir exatamente em que sentido o intelecto dos anjos pode estar “em potência”, ou seja, num estado potencial, não atual, não efetivamente portador de conhecimento. Vimos, no texto passado, que a hipótese aqui é a... Continue lendo →