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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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anjos e são tomás

A graça e a glória que os anjos recebem são sempre iguais, ou variam em função de sua elevação na hierarquia angelical? Primeira parte, questão 62, artigo 6, parte 2 de 2.

Como seria chamado o recinto, nas antigas catedrais, destinado à contemplação dos anjos? Nos textos mais antigos aqui do Blog, tínhamos lembrado a velha analogia que comparava a Suma a uma catedral medieval, e a comparação ainda é boa. De... Continue lendo →

Os anjos chegam à bem-aventurança final depois de quantos atos meritórios? Primeira parte, questão 62, artigo 5, parte 1 de 2.

Vimos, então, que os anjos recebem a graça santificante assim que criados, e precisam, sob o influxo da graça, merecer a bem-aventurança final, para entrar na glória e ver Deus face a face. No caso dos humanos, a morte marca... Continue lendo →

Os anjos atingem a bem-aventurança final por merecimento? Primeira parte, questão 62, artigo 4, parte 1 de 2.

Esta é uma discussão muito interessante, talvez hoje ainda mais do que no tempo de Tomás. De fato, esta discussão sobre o merecimento e a salvação tornou-se aguda para nós, hoje, porque a discussão foi deslocada para a graça pura.... Continue lendo →

Será que os anjos já foram criados no estado de bem-aventurança final? Primeira parte, questão 62, artigo 1, parte 2 de 2.

No texto passado, vimos a hipótese controvertida (provocativa, para estabelecer o debate) de que os anjos foram criados já no estado de beatitude final, ou seja, com plena visão de Deus, por natureza. Vimos os três argumentos controvertidos, no sentido... Continue lendo →

Como é que os anjos vêm a existir? Primeira parte, questão 61, artigo 1, parte 2 de 2.

Os anjos não são. Só Deus é. Os anjos existem, isto é, são criados, chamados a participar do ser. Para tornar mais clara a noção de "participação no ser", tão essencial para Tomás, ele usa o exemplo do fogo: imaginemos... Continue lendo →

Como é que os anjos vêm a existir? Primeira parte, questão 61, artigo 1, parte 1 de 2.

Os seres vivos materiais podem reproduzir-se. Mas anjos não o podem. Como surgem, então, os anjos? Trata-se de um debate importante. De fato, vamos partir da chamada teoria clássica das "quatro causas" para estudar os anjos. Como sabemos, as quatro... Continue lendo →

Será que os anjos amam-se uns aos outros por amor natural como amam a si mesmos? Primeira parte, questão 60, artigo 4, parte 2 de 2.

No último texto, vimos como o amor é o vínculo da unidade; e que, portanto, o amor natural entre dois entes é aquela inclinação que decorre daquele aspecto que os unifica. Vimos o amor entre dois familiares, em razão de... Continue lendo →

Será que os anjos amam-se uns aos outros por amor natural como amam a si mesmos? Primeira parte, questão 60, artigo 4, parte 1 de 2.

Vimos, no último artigo, o amor-próprio do anjo, ou seja, como ele ama a si mesmo. Vimos, no último artigo, que os anjos amam-se a si mesmos com amor natural e com amor eletivo. O debate, agora, é quanto ao... Continue lendo →

Existem nos anjos aquelas inclinações sensíveis que chamamos de “apetite irascível” e “apetite concupiscível”? Primeira parte, questão 59, artigo 4, parte 2 de 2.

No último texto, estávamos estudando a relação entre a vontade dos anjos e a sensibilidade, as emoções. Concluímos que os anjos não têm aquilo que chamamos de “apetite concupiscível” e “apetite irascível”, que se relaciona com as inclinações que atingem... Continue lendo →

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