Os anjos são os grandes colaboradores de Deus na gestão do universo criado. De certa forma, há, aqui, uma outra diferença entre eles e nós, quanto à chegada na glória: a nossa chegada na glória, antes do juízo final, de... Continue lendo →
Neste artigo, começamos a discussão sobre aquilo que é a pena dos demônios, ou seja, as consequências que eles sofrem pelo fato mesmo de terem escolhido radicalmente contra Deus. O primeiro debate diz respeito às consequências da queda quanto à... Continue lendo →
Vimos, então, que o pecado do Diabo causou a criação de uma espécie de “hierarquia infernal” invertida, na qual os demônios submetem-se a ele, que é o pai da mentira, do engano e da arrogância. O debate, agora, diz respeito... Continue lendo →
Trataremos do Diabo, em pessoa. De fato, às vezes costumamos falar de “Diabo” ou “Demônio” como sinônimos, mas não são. Nas Escrituras, há menção ao Diabo (Lúcifer, Satanás, Belzebu), como uma figura pessoal, própria, suprema dentre as hostes do mal,... Continue lendo →
Vimos, no último artigo, que a primeira operação dos demônios não pode ter sido má desde o princípio, porque a operação segue o ser, e o ser dos anjos é bom; não pode ter resultado numa operação má logo no... Continue lendo →
Mais uma discussão interessante: de onde vem, afinal, a maldade dos demônios? Eles podem ser naturalmente maus, ou seja, ser substancialmente maus, ou tornam-se maus em razão de suas escolhas? A hipótese controvertida, aqui, é a de que (pelo menos)... Continue lendo →
Não há dúvida, diz Tomás, que o diabo pecou por querer ser como Deus. Mas a expressão “ser como Deus” tem dois sentidos, e devem ser muito bem distinguidos. O primeiro sentido de dizer que se quer “ser como Deus”... Continue lendo →
No terceiro capítulo do Livro do Gênesis, logo nos primeiros versículos, a serpente faz uma proposta a Eva, caso ela venha a comer o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal: “sereis como deuses!”. Esta parece, pois,... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, que Tomás inicia sua resposta sintetizadora ensinando que há dois modos pelos quais pode-se dizer que uma criatura se envolve com o pecado: como partícipe ou como autor. Como partícipes, eles de fato podem envolver-se em... Continue lendo →