Esta é uma discussão muito interessante, talvez hoje ainda mais do que no tempo de Tomás. De fato, esta discussão sobre o merecimento e a salvação tornou-se aguda para nós, hoje, porque a discussão foi deslocada para a graça pura.... Continue lendo →
Concluímos o texto anterior constatando, com Tomás, que há opiniões teológicas divergentes no tema que debatemos agora. De fato, Tomás lembra que há santos e doutores que defenderam, nos limites da fé, tanto uma coisa quanto a outra. Mas o... Continue lendo →
Vimos, então, que os anjos não são criados já na bem-aventurança final, mas que dependem da graça para converter-se a Deus e alcançá-la. Vimos também que eles são criados plenos, com a inteligência aperfeiçoada pela verdade sobre o universo criado... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, que Tomás nos brinda o exemplo da atuação do calor na geração de seres vivos; por si mesmo, o calor não pode gerar um ser vivo. Seria impossível ao fogo gerar por si mesmo um ser... Continue lendo →
Já vimos, então, que os anjos não nascem já na bem-aventurança final; eles a alcançam depois de criados, embora nasçam num estado de plenitude natural. Ou seja, diferentemente dos seres humanos, que nascem num estado de tabula rasa e precisam... Continue lendo →
Na primeira parte do texto sobre este artigo, nós concluímos observando que Tomás registra as duas posições que há sobre este assunto; ele registra que, entre os Padres gregos, há uma respeitável opinião de que os anjos não foram criados... Continue lendo →
Debatemos, então, o amor natural, o amor eletivo, o amor-próprio e o amor natural aos outros, nos anjos. Neste último artigo, bastante longo, o debate diz respeito ao amor que os anjos têm por Deus. A hipótese controvertida é a... Continue lendo →
Vimos, no último artigo, o amor-próprio do anjo, ou seja, como ele ama a si mesmo. Vimos, no último artigo, que os anjos amam-se a si mesmos com amor natural e com amor eletivo. O debate, agora, é quanto ao... Continue lendo →
No princípio era o Verbo. Este princípio dá inteligibilidade a tudo o que existe. Isto é o princípio do Evangelho de João, mas é também o princípio da relação do cristianismo com a realidade: vivemos num universo criatural que não... Continue lendo →