Toda vez que alguma coisa é transportada por outra a algum destino, é preciso que este destino seja certo. Não existe viagem para um lugar incerto, como ninguém pode despachar uma carta sem que o endereço seja conhecido e especificado.... Continue lendo →
Como seria chamado o recinto, nas antigas catedrais, destinado à contemplação dos anjos? Nos textos mais antigos aqui do Blog, tínhamos lembrado a velha analogia que comparava a Suma a uma catedral medieval, e a comparação ainda é boa. De... Continue lendo →
Nossa mentalidade igualitária contemporânea não parece adequar-se à ideia de que Deus pode criar seres diferentes entre si, que serão tratados desigualmente e participarão desigualmente da sua bem-aventurança. Parece-nos injusto. Gostaríamos de imaginar que Deus fez tudo igualzinho. Mas não... Continue lendo →
Deus é feliz. Ele é, na verdade, por natureza, a felicidade perfeita. Esta é uma afirmação que parece surpreendente, numa era que está muito acostumada a conceber Deus como um controlador, ou mesmo como um ditador concebido por homens maus... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, que Tomás nos brinda o exemplo da atuação do calor na geração de seres vivos; por si mesmo, o calor não pode gerar um ser vivo. Seria impossível ao fogo gerar por si mesmo um ser... Continue lendo →
No texto passado, vimos a hipótese controvertida (provocativa, para estabelecer o debate) de que os anjos foram criados já no estado de beatitude final, ou seja, com plena visão de Deus, por natureza. Vimos os três argumentos controvertidos, no sentido... Continue lendo →
Já, vimos, a esta altura, tudo o que diz respeito à natureza dos anjos; sua estrutura espiritual, sua incorporeidade, sua criaturalidade, sua inteligência e vontade, seu lugar na criação. Agora passamos a um estudo mais elevado: aquele que diz respeito... Continue lendo →
Vimos que, nos anjos, existe a inclinação ou amor natural, que atrai a vontade para aquilo que os anjos conhecem naturalmente, pelo conhecimento infuso que Deus colocou em seus espíritos quando foram criados. Ora, além deste amor natural, os santos... Continue lendo →
Debatemos, neste artigo, se há diferença entre o chamado “conhecimento matutino” e o “conhecimento vespertino” no intelecto angélico. No caso do conhecimento matutino, o objeto do conhecimento é o próprio Verbo divino; ao contemplá-lo, os anjos contemplam nele as razões... Continue lendo →