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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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anjos aprendem

Será que algum ser humano poderia ensinar alguma coisa aos próprios anjos? Primeira parte, questão 117, artigo 2, parte 1 de 3.

O texto discute a capacidade de aprendizado entre humanos e anjos. Enquanto os humanos, com intelecto ativo e passivo, podem ensinar e aprender ao longo da vida, os anjos, com intelecto superior, normalmente não adquirem novos conhecimentos, podendo apenas receber iluminação. Debate-se se anjos podem, de fato, aprender com humanos.

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4.

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4. 1. Retomando. Não somos anjos. Precisamos da nossa experiência concreta, das coisas que pudemos... Continue lendo →

Será o anjo mais alto que pecou era o anjo mais elevado dentre todos os que foram criados? Primeira parte, questão 63, artigo 7.

Trataremos do Diabo, em pessoa. De fato, às vezes costumamos falar de “Diabo” ou “Demônio” como sinônimos, mas não são. Nas Escrituras, há menção ao Diabo (Lúcifer, Satanás, Belzebu), como uma figura pessoal, própria, suprema dentre as hostes do mal,... Continue lendo →

Será que algum demônio é naturalmente mau? Primeira parte, questão 63, artigo 4.

Mais uma discussão interessante: de onde vem, afinal, a maldade dos demônios? Eles podem ser naturalmente maus, ou seja, ser substancialmente maus, ou tornam-se maus em razão de suas escolhas? A hipótese controvertida, aqui, é a de que (pelo menos)... Continue lendo →

Existem nos anjos aquelas inclinações sensíveis que chamamos de “apetite irascível” e “apetite concupiscível”? Primeira parte, questão 59, artigo 4, parte 2 de 2.

No último texto, estávamos estudando a relação entre a vontade dos anjos e a sensibilidade, as emoções. Concluímos que os anjos não têm aquilo que chamamos de “apetite concupiscível” e “apetite irascível”, que se relaciona com as inclinações que atingem... Continue lendo →

Qual a diferença, no intelecto dos anjos, entre o conhecimento dito “matutino” e o conhecimento dito “vespertino”? Primeira parte, questão 58, artigo 7, parte 1 de 2.

Este é um debate interessante e importante. Todo este capítulo sobre o intelecto dos anjos pode ser lido como um grande manifesto anti-idealista feito por Tomás muitos séculos antes que o idealismo se tornasse uma forma disseminada de pensar, como... Continue lendo →

O que significa dizer que os anjos têm “conhecimento vespertino” e “conhecimento matutino”? Primeira parte, questão 58, artigo 6, parte 2 de 2.

Este artigo está fundamentado numa interpretação de Santo Agostinho sobre o primeiro capítulo do Gênesis. Para este grande santo, padre e doutor da Igreja, quando o relato fala em “manhã” e “tarde” na criação, fala do conhecimento dos anjos sobre... Continue lendo →

O que significa dizer que os anjos têm “conhecimento vespertino” e “conhecimento matutino”? Primeira parte, questão 58, artigo 6, parte 1 de 2.

No princípio era o Verbo. Este princípio dá inteligibilidade a tudo o que existe. Isto é o princípio do Evangelho de João, mas é também o princípio da relação do cristianismo com a realidade: vivemos num universo criatural que não... Continue lendo →

O anjo pode enganar-se naquilo que conhece? Primeira parte, questão 58, artigo 5, parte 2 de 2.

Como vimos no último texto, estamos tratando aqui da possibilidade de engano na mente dos anjos. Será que eles podem equivocar-se, quanto àquilo que conhecem? Anjos podem errar? Podem ter conhecimentos equivocados sobre alguma coisa, ou mesmo ignorar aspectos substanciais... Continue lendo →

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