Vimos, no artigo anterior, que os anjos são criaturas, isto é, entraram na existência por um ato criador de Deus. A discussão agora é a respeito de quando isto aconteceu. De fato, sabemos (e a física de hoje confirma) que... Continue lendo →
Vimos, no último artigo, o amor-próprio do anjo, ou seja, como ele ama a si mesmo. Vimos, no último artigo, que os anjos amam-se a si mesmos com amor natural e com amor eletivo. O debate, agora, é quanto ao... Continue lendo →
Vimos que, nos anjos, existe a inclinação ou amor natural, que atrai a vontade para aquilo que os anjos conhecem naturalmente, pelo conhecimento infuso que Deus colocou em seus espíritos quando foram criados. Ora, além deste amor natural, os santos... Continue lendo →
No último texto, vimos que, para São Tomás, é necessário admitir nos anjos algo que se pode nomear de “amor natural”, ou “dileção natural”, como uma inclinação fundamental da própria natureza angélica em direção ao bem. De fato, todos os... Continue lendo →
Deus é amor. É o que nos ensina a Primeira Epístola de João, 4, 8. Se é assim, se amor é o nome mesmo de Deus, deveríamos imaginar que ele deveria ser a característica mais comum, mais profunda, da criação.... Continue lendo →