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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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angélico

A vontade dos anjos é algo diverso de sua natureza mesma, ou do seu intelecto? Primeira parte, questão 59, artigo 2, parte 2 de 2.

A vontade de Deus confunde-se com sua essência mesma. Como pode ser isto? Isto significa simplesmente dizer que em Deus há identidade perfeita e total entre o que ele é e o que ele quer. A essência de um ser... Continue lendo →

A vontade dos anjos é algo diverso de sua natureza mesma, ou do seu intelecto? Primeira parte, questão 59, artigo 2, parte 1 de 2.

Que os anjos têm vontade é algo que ficou claro no último artigo, que comentamos em dois textos. O debate agora é um pouco mais técnico. O que é, qual a estrutura dessa vontade angelical? Ela é uma faculdade, ou... Continue lendo →

Será que os anjos têm vontade? Primeira parte, questão 59, artigo 1, parte 2 de 2.

Tudo o que existe possui a característica de inclinar-se. As coisas inclinam-se umas às outras, como uma característica estrutural que lhes marca o ser mesmo. Isto é um vestígio da Trindade na criação, sem dúvida; a Trindade mesma mostra que... Continue lendo →

O que significa dizer que os anjos têm “conhecimento vespertino” e “conhecimento matutino”? Primeira parte, questão 58, artigo 6, parte 2 de 2.

Este artigo está fundamentado numa interpretação de Santo Agostinho sobre o primeiro capítulo do Gênesis. Para este grande santo, padre e doutor da Igreja, quando o relato fala em “manhã” e “tarde” na criação, fala do conhecimento dos anjos sobre... Continue lendo →

O conhecimento dos anjos está sujeito ao raciocínio e ao discurso lógico para atingir sua perfeição? Primeira parte, questão 58, artigo 3, parte 2 de 2.

No final do último texto, lembramos que Tomás começa sua resposta sintetizadora dizendo que a inteligência dos anjos está para a inteligência humana como os corpos celestes estão para os corpos terrestres, e seria por isto que o Pseudo-Dionísio costumava... Continue lendo →

Será que um anjo conhece outro anjo? Primeira parte, questão 56, artigo 2, parte 3 de 3.

Nos dois textos anteriores, vimos a colocação do problema: será que um anjo conhece outro anjo? No primeiro texto, vimos os argumentos objetores e o argumento sed contra. No segundo texto, vimos a resposta sintetizadora de Tomás; que fundamenta-se, basicamente,... Continue lendo →

Será que um anjo conhece outro anjo? Primeira parte, questão 56, artigo 2, parte 1 de 3.

No artigo anterior, debatemos o autoconhecimento dos anjos e vimos que a própria natureza dos anjos determina que eles tenham pleno autoconhecimento. Mas e quanto ao conhecimento recíproco? Como os anjos poderiam conhecer-se reciprocamente, isto é, como um anjo poderia... Continue lendo →

Será que o anjo têm autoconhecimento? Primeira parte, questão 56, artigo 1, parte 2 de 2.

Vimos, então, no texto anterior, o estabelecimento do debate sobre o autoconhecimento dos anjos. A hipótese é a de que eles não são capazes de autoconhecer-se. Vimos os três argumentos objetores, o primeiro que cita o Pseudo-Dionísio, o segundo, que... Continue lendo →

A capacidade intelectual do anjo está em sua essência mesma? Primeira parte, questão 54, artigo 3, parte 2 de 2.

No texto anterior, colocamos o debate sobre a possibilidade de que a intelecção do anjo estivesse em sua essência mesmo. Neste caso, todo o conhecimento do anjo estaria sempre presente em ato a ele pelo simples fato de ele existir.... Continue lendo →

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