1. Introdução. Já vimos, nos textos anteriores, que, no ser humano, a existência e a natureza são dons de Deus, mas o agir é um construído, é algo que é acrescido ao ser e ao existir para possibilitar a perfeição... Continue lendo →
1. Introdução. A modernidade resistiu muito a esta noção de “poderes” que a escolástica, fundamentada na filosofia grega, ensinava. Para a modernidade, a ideia medieval de que alguma coisa acontecia porque alguma substância tinha o “poder” de fazer aquilo acontecer... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, que apenas Deus possui uma estrutura tão simples a ponto de fazer coincidir, nele, o ser, o existir e o agir. Todas as criaturas recebem dele o ser e o existir; assim, o agir humano pressupõe... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da substancialidade do ser humano é muito grave, talvez mais grave hoje do que no tempo de Tomás. De fato, há uma forte tendência a imaginar que o ser humano não é uma substância, mas apenas... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, portanto, que a alma representa uma totalidade, daquele tipo de totalidade que não admite divisões quantitativas, mas admite divisões lógicas e em partes virtuais, ou seja, ela representa aquela parte da composição humana que corresponde à forma,... Continue lendo →
1. Voltando. Cada célula do nosso corpo tem o nosso DNA. Cada uma delas. Isto é uma pista de que, de fato, a informação da nossa estrutura encontra-se em todas as partes de nossos ser, como os antigos intuíram. Mas... Continue lendo →
1. Retomando. A discussão envolve, pois, a visão de que haveria alguma estrutura intermediária entre o corpo e a alma, como se a realidade espiritual que a alma precisasse de algo menos grosseiro do que a pura matéria para relacionar-se.... Continue lendo →
1. Introdução. O dualismo platônico nunca conseguiu reconciliar o mundo das ideias com o mundo material; propõe, desde sempre, que aquele é mais real do que este, e este, o mundo material, é apenas uma cópia inferior daquele, dotado, portanto,... Continue lendo →
1. Introdução. Do quanto vimos até aqui, já vimos que o ser humano é um animal peculiar; dotado de corpo material e alma espiritual, está sujeito à morte, mas sobrevive como um ente incompleto, imaterial, pela sobrevivência de sua alma... Continue lendo →