1. Retomando para concluir. Esta é, com certeza, uma das partes mais complexas da Suma, mais técnicas; trata-se da teoria do conhecimento de Tomás. Ele pressupõe a existência de Deus, que a razão pode alcançar independentemente de revelação, como vimos... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, nos textos anteriores, que o nosso conhecimento intelectual das coisas materiais, ou seja, da natureza que nos cerca, não nasce conosco, nem nos é acrescentado por causa de algum “mundo das ideias” externo e anterior ao nosso... Continue lendo →
1. Introdução. Quando nós estudamos a parte da Suma Teológica que trata dos anjos, fizemos uma descoberta interessante: os anjos não aprendem; eles já são criados com todo o conhecimento intelectual que precisam. Eles já sabem. A própria essência da... Continue lendo →
1. Voltando. Vimos, no texto anterior, como este movimento da inclinação, de simples atração ou repulsa (chamado de inclinação concupiscível) ao bem ou mal diretamente presente, não explica todas as inclinações do apetite sensível. Cabe, neste momento, uma digressão. A... Continue lendo →
1. Retomada. O que é a inclinação sensual, ou sensorial, que Tomás (e toda a tradição de seu tempo) chama de “sensualidade”? Algo que não pode nos comandar, porque não podemos deixar de usar a inteligência que temos, e que... Continue lendo →
Será que esta memória intelectual é algo diferente do nosso intelecto mesmo? Primeira parte, questão 79, artigo 7, parte 3 de 3. 1. Voltando ao assunto. Uma grande aprendizagem num tema tão difícil. É assim que podemos descrever a resposta... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, ao longo de quatro textos estudamos os chamados sentidos externos, os cinco sentidos relacionados aos estímulos exteriores que os interpelam diretamente, os chamados “sensíveis próprios”; a cor para a visão, o som para a audição,... Continue lendo →