1. Introdução. O ser humano foi definido, desde tempos antigos, como um animal racional. Mas, se a racionalidade é o traço específico do ser humano, de tal modo que determina mesmo sua humanidade, então não teríamos que dizer que a... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, nas questões anteriores, toda a riqueza das capacidades ou potências humanas. Agora passaremos a estudá-las de modo detalhado e individual, após identificá-las e situá-las neste ente composto em sua unidade que é o ser humano. Neste primeiro... Continue lendo →
1. Introdução. Mais uma vez, a preocupação, aqui, é equilibrar, por um lado, as tendências idealistas, gnósticas, espiritualistas, que acreditam que o ser humano consiste essencialmente numa alma espiritual, e a relação com o corpo é acidental e não ajuda,... Continue lendo →
1. Voltando. Colocados os princípios na resposta sintetizadora de Tomás, podemos reexaminar, agora, suas respostas aos argumentos objetores iniciais. 2. Os argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento. O primeiro argumento afirma que aquilo que vem depois não pode dar identidade,... Continue lendo →
1. Retomando. Que acham vocês? Se a Suma fosse, de fato, uma Catedral, onde estaríamos nós, agora? Estamos na sala de humanidade, estudando a antropologia filosófica do ser humano, em total sintonia com a antropologia teológica. Estamos numa espécie de... Continue lendo →
1. Retomando. A importância deste artigo, do debate proposto por Tomás aqui, é enorme, mas pode ficar oculta a nossos olhos pela terminologia que ele usa – que, de resto, é a terminologia acadêmica do tempo dele. Trata-se de verificar... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. É pela alma que o ser humano é uno. Do mesmo modo que é pelo projeto arquitetônico que a casa é una, e é pela “triangularidade” que o triângulo é uno. Não faria sentido, pois, buscar... Continue lendo →
1. Introdução. Do quanto vimos até aqui, já vimos que o ser humano é um animal peculiar; dotado de corpo material e alma espiritual, está sujeito à morte, mas sobrevive como um ente incompleto, imaterial, pela sobrevivência de sua alma... Continue lendo →
1. Retomando. Quase chegando ao fim deste artigo, vimos a importância de reconhecer que a alma intelectiva é a estrutura, quer dizer, a forma substancial do ser humano, e isto implica reconhecer a inteireza, a substancialidade do ser humano marcada... Continue lendo →