1. Introdução. Ser imagem de Deus, como já vimos, é um dom. Mas também é uma tarefa. É uma finalidade. E nós, dos dias de hoje, temos muita dificuldade em pensar em termos de finalidades: nós estamos acostumados, treinados mesmo,... Continue lendo →
1. De volta. A perda da memória pessoal, da possibilidade de recorrer à imaginação formada pelos sentidos, bem como a perda dos próprios sentidos, com a morte, deixa a alma incompleta; já vimos isso. No entanto, ela está desperta e... Continue lendo →
1. Introdução. Depois de todo o debate que ocorreu nesta questão 83, chega, enfim, aquela pergunta que nos interessa profundamente: o livre arbítrio, sendo uma potência, é algo diferente da própria vontade humana, ou será ele a própria vontade humana... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto passado, que o livre arbítrio envolve a capacidade intelectiva e a capacidade volitiva; quer dizer, a nossa capacidade de escolha é uma potência complexa, que envolve nossa inteligência e nossa vontade. Isto, como vimos ali,... Continue lendo →
1. Voltando. Estabelecida a unidade essencial da razão humana, em meio à complexidade do seu funcionamento, é hora de revisitar os argumentos objetores iniciais, cujas respostas nos enriquecerão e nos aprofundarão no rico pensamento de Tomás a respeito da inteligência... Continue lendo →
1. Retomando. Em que consistiria uma memória espiritual? Exatamente que tipo de estrutura teria o papel de guardar ideias adquiridas, como se fosse um “reino das ideias” platônico dentro de nossas mentes? Ou será que, ao fazer com que a... Continue lendo →
1. Introdução. Sim, temos uma memória espiritual, intelectual, que é capaz de reter o que conhecemos, em forma de hábito ou virtude do conhecimento. Assim, tornamo-nos mais perfeitos, porque nossa mente, mesmo não pensando atualmente em algum conhecimento específico, tem... Continue lendo →
1. Retomando. Encerramos o texto anterior ressaltando que, mais uma vez, trata-se de um debate importantíssimo a respeito da natureza humana. De fato, somos animais intelectuais, e compartilhamos, com todos os animais, a memória da nossa inserção concreta no tempo... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que há três sentidos para a noção de passividade, no sentido de ser objeto da ação de outro, ou de sofrê-la. O primeiro sentido, próprio, que é aquele em que um aspecto natural do... Continue lendo →