1. Introdução. Do quanto vimos até aqui, já vimos que o ser humano é um animal peculiar; dotado de corpo material e alma espiritual, está sujeito à morte, mas sobrevive como um ente incompleto, imaterial, pela sobrevivência de sua alma... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. No texto anterior, vimos a hipótese controvertida de que a alma humana, sendo subsistente e criatural, seria composta de matéria e forma. Examinamos também os quatro argumentos objetores e o argumento sed contra; agora, examinaremos a... Continue lendo →
1. Introdução. No primeiro artigo desta questão 75, discutíamos (e foi bem estabelecido por Tomás) que a alma não pode ser algo corporal, isto é, que ela é, por necessidade, imaterial. Mas isto não encerra a questão. De fato, não... Continue lendo →
1. Palavras introdutórias. Que alguma espécie de sobrevivência humana existia, isto intuíram todos os povos e religiões. É certo que sempre houve alguns, como os antigos hebreus e mesmo os saduceus, que reduziam esta sobrevivência a uma espécie de sombra... Continue lendo →
1. Retomando. O corpo e a alma não são duas coisas. São elementos de uma coisa só, o ser humano. Assim, poderíamos dizer que a alma é, de fato, corporal; ela existe no corpo e para o corpo. É certo... Continue lendo →
1. Primeiras considerações. Chegamos na parte propriamente antropológica da Suma. Não podemos imaginar que Tomás é algum tipo de espiritualista. Ele não é. Ele tem muita consciência de que a natureza humana é uma natureza animal, de um animal espiritual... Continue lendo →